Resenha - A Última Carta de Amor


    A história narrada pela autora Jojo Moyes, trabalha com história em dois extremos, a de Jennifer Stirling e de Ellie Haworth, onde uma se passa no passado e outra no presente.
    Jennifer Stirling é casada com Laurence Srtiling e de alta sociedade, onde sofre um acidente de carro tendo como consequências a perda de memória. E ao tentar se reestruturar em sua vida pós acidente, a mesma acha cartas endereçadas a ela de alguém no qual ela teve um relacionamento extra conjugal. 
   Passado mais de 10 anos Ellie Haworth uma jornalista no Nation, encontra uma dessas cartas e vai em busca dessa história e ao mesmo tempo passa a refletir sobre as questões que permeiam sua vida, uma delas e o seu relacionamento com um homem casado. 
   A personalidade de ambas as mulheres são distintas, porém se assemelham em questão de duvidas em relação a o que se torna certo ou errado com o sentimento "amor" está em jogo. A Ellie me pareceu uma personagem as vezes um pouco idiota, mas se via no contexto emocional que ela sabia de como seria seu destino na vida com seu relacionamento atual, mas tinha receio de ouvir o que ela mais temia, que realmente aquilo não ia dar em nada. No outro extremo, Jennifer, era uma mulher que lutou por seu amor, mas deu algumas vaciladas, como por exemplo quando ela não tem coragem suficiente de encarar as consequências de suas decisões, em que ela amava o tão querido Boot, mas ao mesmo tempo não queria deixar a sua posição, e é preciso uma simples pasta com documentos comprometedores sobre seu marido Laurence para que pudesse tomar um decisão definitiva diante de seu destino. Essa personagem inclusive chegou a me surpreender diante de sua decisão tão inesperada. 
   Quanto ao enredo acho que a autora poderia ter colocado o leitor para descobri a história junto coma Ellie, pois até mais de metade um pouco do livro, a história não prende tanto, pois fica só sendo narrada no passado para depois realmente entrar no presente, acho que poderia ser intercalada e sendo descoberta junto com a jornalista, ficaria mais emocionante e acho que prenderia mais o leitor. 
Emfim, de todo adorei essa história mas não tanto quanto "Como eu era antes de você". Mas, no fundo, é uma história linda, onde o leitor pode repensar sobre sua própria vida e como equilibrar e pesar aquilo que realmente é essencial na hora de decidir e tomar certas atitudes. Onde iremos aceitar e tomar decisões baseadas na nossa felicidade emocional e moral.

                                                                                                                (By Celle)
   
   
    

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